Enquanto o comércio eletrônico se mostra inabalável e em franco crescimento, as soluções logísticas continuam insuficientes e são razão de descontentamento dos clientes, que pode ser visto como uma ótima oportunidade para empresas modernas e qualificadas.

Existe um Brasil onde não houve crise. Seguramente neste Brasil está situado o e-commerce. Enquanto setores são afundados e atormentados por notícias funestas, o leme dos navegantes do mundo virtual continua firme como nunca, em direção inequívoca à terra firme.

Novas oportunidades para mentes inovadoras

Os dados são promissores, e é impensável para os mais atentos empreendedores um relacionamento profissional sem a catalisação de mecanismos virtuais.

Tanto para uma aproximação entre profissional e cliente, como para uma prestação de serviços de qualidade.

De acordo com o relatório 2018 da Webshoppers, da Ebit, o e-commerce trouxe muitas vantagens, como diversificação dos produtos, melhoria de margem de lucro e crescimento do mercado.

Como simples prévia, a perspectiva de aumento neste ano de 2018 é de 12% para o setor.

Estima-se um valor aproximado de 119 milhões de compras on-line.*

São R$53,5 milhões previstos para este ano, sobre o total de R$50,3 milhões do ano passado.*

Não foi deixado de lado, porém, problemas enfrentados, como perda de qualidade no serviço de entrega e pós-venda.

O espectro da logística

Não se pode perder o foco, com o constante aquecimento neste setor no mercado, na qualificação das empresas que prestam o serviço final das negociações: a entrega ao consumidor final.

É cada vez mais absurda a ideia de manterem-se os padrões de atendimento de entregas das empresas.

Imagine só a existência de um telefonista, ou de um acendedor de lampiões urbanos atualmente!

Impensável, não é?

Pois as ideias caducas de soluções logísticas também devem vir por terra, e novas propostas devem trazer mais vigor e economia na ciranda do comércio.

Mas, como já discutimos mais um pouco essa questão neste post, sobre o papel da logística na satisfação do cliente, podemos seguir nosso tema.

Por ora, vamos nos ater a este fenômeno constatado no mercado on-line que estamos vivenciando.

Como veremos adiante em dados estatísticos, os consumidores estão cada vez mais afeitos e acostumados ao comércio eletrônico.

As margens de crescimento são animadoras para empresas que visualizam um campo de atuação, e as perspectivas dão motivos de sobra para investir-se em tecnologia de relacionamento e de atendimento com qualidade.

Vale aquela máxima que já é clichê, de que o que para uns é obstáculo, para outros é desafio.

Verdade é que o desafio levantado desvenda um nicho de atuação para empresas qualificadas, que tenham planos de atendimento flexíveis e atualizados aos padrões de consumo.

Acompanhe-nos, para analisarmos algumas ideias que a Locall está trazendo para contribuir nesse quadro nacional de comércio eletrônico, e que serve para todas as empresas do setor.

*Dados disponíveis em Webshoppers, 37ª edição, disponível em https://www.ebit.com.br/webshoppers (acesso em 11/07/2018) Analisemos alguns gráficos*  

Porcentagem setorizada de vendas on-line
Estimativas para 2018
*Os gráficos estão disponíveis no relatório 37ª edição do Webshoppers em https://ebit.com.br/webshoppers  (Acesso em 11/07/2018) Baixe o relatório completo aqui, para maiores informações.